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O Oscar Das Minorias - Coaching para Biomédicos com Marcos Schott

O Oscar Das Minorias

Ação , Carreira , Economia Criativa , Motivacional | Por: | 29 fev 2016 | 0 Comentário

 

Nesse domingo rolou a 88ª edição do Oscar. Acompanhei metade, pois acabei dormindo. Foi a primeira vez na minha vida que realmente parei o que estava fazendo e sentei para assistir essa premiação. Tudo bem, não parei de fazer outras coisas, continuei com o computador aberto, respondendo e-mails e montando apresentações. Sempre achei essa parada muito política e superficial, porém a edição desse ano tinha um toque diferente, onde as "minorias" tiveram voz.

Um toque diferente. Explicado facilmente por quem curte astrologia, na véspera do dia 29 de fevereiro. Como se isso não bastasse para influenciar as luas e ascendentes de todo mundo, havia o fator preconceito. Vários artistas negros haviam se posicionado contra a premiação devido a falta de indicações de artistas negros. Tão forte foi a polêmica que eles chamaram o Chris Rock, um dos meus comediantes favoritos e uma referência de orador, como mestre de cerimônia. Em seus textos, a questão racial é muito presente, sempre de forma engraçada mas nunca desproporcional aos fatos. Talvez tenha sido um pedido de desculpas da Academia ao povo negro. Desculpas furadas, sendo que nenhum ator premiado tenha sido negro. Mesmo assim, primeira "minoria" a ter voz.

Nessa mesma noite, vi um dos pouquíssimos homossexuais publicamente assumidos a ganhar uma estatueta. Sam Smith, que além de lutar contra o preconceito da sua sexualidade, recentemente lutou contra um problema nas cordais vocais, que fez ele passar por uma cirurgia e parar de cantar por algum tempo. O cara levou o prêmio pela categoria de melhor canção original. Quando a palavra voltou pro Chris, ele passou a oportunidade de fazer uma piada a respeito. Atitude louvável, que deveria ser normal hoje em dia. Segunda "minoria" a ter voz.

Vi o Chile ganha seu primeiro Oscar. De melhor curta-metragem de animação, com Gabriel Osorio. Em outra categoria, de longa de animação, concorria o filme brasileiro "o Menino e o Mundo", de Alê Abreu. Uma obra de arte da Economia Criativa. Perdemos para "Divertidamente", natural e compreensivelmente. Enfim, sul americanos, a terceira "minoria" a ter voz.

O que eu mais queria no entanto era ver se o Leonardo DiCaprio finalmente levaria o título de melhor ator. O cara tem feito filmes irados e sua participação neles é algo intenso, de verdade. Parece que ele ainda levava a cruz de ser um jovem ator bonito que precisava muito provar seu valor. Bem, ele conseguiu. Não só conseguiu como além disso chamou nossa atenção frente aos problemas climáticos que estão ocorrendo e nossa responsabilidade e posicionamento frente a eles. Eu, assim como a Glória Pires, ainda não vi o seu filme que parece ser fantástico. Quarta "minoria" a ser ouvida: os que tem que provar que não são só um corpinho bonito.

Essas foram apenas as minhas considerações sobre as vozes de "minorias" durante a parte que permaneci acordado. É engraçado que ainda hoje usamos o termo minorias. Estranho pois elas juntas são muito mais "maioria" do que "minoria".Quem sabe a gente não siga mais o meu exemplo de dormir no meio de coisas importantes e acordemos para um futuro sem descriminação. Um futuro como o vencedor de melhor diretor, Alejandro González Iñárritu descreveu: o dia em que questões raciais e sexuais sejam tão importantes como o comprimento dos nossos cabelos.

Um grande abraço,

Marcos Schott

Criador do DPCB

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Marcos Schott

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