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A Liquidez em que vivemos - Coaching para Biomédicos com Marcos Schott

A Liquidez em que vivemos

Autoconhecimento , Biomedicina , Coaching , Dados científicos | Por: | 24 jan 2016 | 0 Comentário

Já entendemos que o comportamento das pessoas tem mudado de acordo com os avanços da tecnologia e dos problemas que enfrentamos diariamente. Buscamos algo diferente do que nos foi apresentado para nossas vidas. Aí me acomodo no sofá, com meu computador e fones de ouvido, para assistir uma conversa com o sociólogo Zygmunt Bauman e tentar compreender um pouco mais sobre isso.  E qual a minha surpresa? Descubro que provavelmente a gente esteja procurando algo que não exista!

Cada vez mais queremos liberdade e segurança nos nossos relacionamentos, na nossa vida profissional, na nossa família, não é verdade? Eu me identifiquei muito com isso. Pois então, o velhinho cabeção  de sobrancelhas arrepiadas disse algo que me fez pensar: quanto mais temos de um, menos temos do outro.

 

Realmente, temos que abrir a mão de certa liberdade para nos sentirmos mais seguros. Temos como exemplo o debate gerado pelas diminuição de nossa intimidade com o aumento expressivo de câmeras de segurança espalhadas por todos os lugares.

Já ao nos jogarmos de encontro ao sentimento de liberdade numa viagem a outro país, estamos de certa forma indo de encontro com o desconhecido. O que definitivamente pode não ser tão seguro quanto os lugares que já conhecemos.

Estamos buscando um equilíbrio entre a liberdade e segurança. Esse tal equilíbrio é tão difícil de se encontrar, é instável, uma hora é mais esquerda, logo depois, mais direita. Você já andou num slackline? Pode ser bem complicado nos primeiros contatos. Ainda mais difícil quando estamos pensando de forma concreta, sólida. O equilíbrio não é um ponto fixo, é uma dança entre dois eixos que se encontram, é o movimento de uma bicicleta é a luta entre Zorba, o Grego e Budha...

Foi aí que o conceito dele sobre a liquidez em que vivemos hoje começou a realmente fazer sentido pra mim. Afinal, tudo está cada vez mais rápido e dinâmico, mais fluído e passageiro. Para entendermos novos conceitos a partir de agora, vamos ter que desenvolver a habilidade de desaprender antes. Louco né? E líquido.

Sugestão de leitura: Qual caminho seguir? Download aqui.

Grande abraço!

Marcos Schott
Criador do DPCB.

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Marcos Schott

Minha missão de vida é ajudar pessoas a desenvolverem-se pessoal e profissionalmente e espero poder ajudar você também! [Saiba mais]

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